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Encontro da Comissão de Patrimônio e Bens Culturais dos Capuchinhos do Brasil

14/07/2018 - 16h32

Venho por essa relatar como foi a minha participação no encontro da Comissão de Patrimônio e Bens Culturais dos Capuchinhos do Brasil-CCB. Só lembrando já estamos nessa caminhada a quatros anos, e a cada encontro uma nova descoberta e uma nova conquista. O Encontro foi realizado no convento dos Frades Menores Capuchinho da Província do Rio de Janeiro, localizado na rua Hadock Lobo 266, Tijuca-RJ. O encontro começou com a oração inicial motivada pelo frei Ulisses da Província da Bahia e a leitura do livro do Êxodo lida pelo frei Rubens Morais, na sequência frei Ulisses justifica a ausência do frei Celso Borditon e acolheu a todos, dando sequência o frei Caetano apresentou o assessor Frei Roger Brunorio, uma pessoa muito iluminada que trabalhou conosco a “função pastoral dos museus como instrumento de evangelização, potencial e desafios dos museus religiosos”. Frei Roger é formado na área de museu e dentro do que ele veio expor ele enfatizou várias vezes “um museu religioso ele não é só um museu para exposição, o museu é também uma evangelização, um encontro com a mística e uma pastoral¨. Com base no que frei Roger nos assessoro um museu que traz uma peça sacra, essas peças remete o homem pós-moderno ao sagrado. Vejamos;

A) A Função pastoral dos museus, quando pensamos em museus pensamos objetivamente que museus é uma instituição permanente sem fins lucrativos a serviço da sociedade, definimos assim os museus segundo a lei 11.904 de 14 de janeiro de 2009. Também é possível assim definir o museus como sendo algo mais amplo e mais objetivo como instituição museus permanente, aqui que podemos colocar o museu como pastoral, segundo frei Roger todas vezes que expomos ou mantermos um museus sacro, e as pessoas em contado com as peças expostas, a própria exposição leva a pessoa ao encontro com o sagrado daí a função Pastoral do museus, as exposições sagras de um museu, além de traz informações, histórias e culturas, pode ser também uma pastoral de evangelização, só para ilustra “é comum numa exposição sacra encontra pessoas rezando diante de imagens”. Como diagnostico da função dos museus como pastoral, assim a maioria dos museus de arte sacra administrada pela igreja ou instituição religiosas, mesmo com essa função pastoral, uma exposição sacra tem que ter elementos como; conservação das imagens e históricos, segurança com informações autenticas, estudo sérios, e comunicação que leva a pessoas a uma mística a cada peça expostas.

B) Potencial da função pastoral dos museus, sempre uma autenticidade histórica, uma boa tradução, um rico e diversos acervo, Extensão além museus, tornasse uma complementação da catequese, e um diálogo com as culturas e religiões.

C) Desafios para um Museus como pastoral:
1. Formação dos frades, os primeiros a ter uma boa noção o que é museus é os frades, que por sua vez são mal informados e malformados sobre o assunto independente da etapa de formação que se encontra o frade, o frei Roger pensa que quando falamos de museus, esse item tem que ser uma disciplina na grade de etapa inicial, para que os futuros frades tenham uma consciência mais ampla e segura quando se aponta o museu.
2. Atrair público diversos
3. Acessibilidade.
4. Modernizar (expor, museus, etc.)
5. Linguagem atualizada,
6. Ambiente agradável,
7. Exposição atraente e temática,
8. Acontecimento da Igreja e sociedade. Como observamos a função pastoral dos museus é complexo porém possível.

O segundo tema a ser trabalhado foi com a assessora Ana Virginia Pinheiro, que trabalho conosco “Política de preservação de acervos especiais". A colaboração da assessora foi muito rica, nos falou como devemos tratar os livros em nossos acervos, por que são verdadeiros tesouro culturais que temos em mãos e que o livro o papel por um uma objeto que deriva de uma madeira que por sua vez é um matéria orgânica, e toda matéria orgânica tem seu círculo de vida, e esse círculo de vida tem que ser respeitado se queremos que as informações que temos hoje chegue as futuras gerações, para uma melhor exposição do seu conteúdo ela colocou que os livros podem ser divididos em três níveis; livros raros, livros únicos, livros preciosos, e que esses tipos de livros se encontra nos interiores de nossos conventos, sendo assim somos guardiões de uma riqueza incalculável de nossos acervos. Faço um apelo a todos os frades que queiram ajuda a organizar o nosso acervo da província, estou aberto a ajudas e sugestões, toda via nos falta um lugar apropriado para fazermos nossas oficinas de; descarte, restauração e classificação e é claro expor as peças, já temos 405 peças catalogadas.

Fonte: Capuchinhos do Brasil /CCB

Por Frei Rubens Morais Gomes (Fraternidade Santo Antônio - Goiânia-GO)

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