Necrologia

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Frei Sylvio Miguel Sofiati

20/08/1922
20/01/2005

Nasceu em Nova Araçá-RS, no dia 20 de Agosto de 1922. Filho de Luiz Sofiati e Luiza Marchetti.

* Professou no dia 06 de Janeiro de 1942 em Flores da Cunha-RS

* Ordenado sacerdote no dia 18 de Julho de 1948 em Garibaldi-RS.

No Rio Grande do Sul trabalhou nas cidades de Caxias do Sul, Ipê, Tupanci, Ijuí, Porto Alegre, Bagé e Cacique Doble. Na Província do Brasil Central trabalho em Brasília-DF, Piracanjuba-GO, Itumbiara-GO, Rio Verde-GO e Hidrolândia-GO. Destacou-se na Formação e na Pastoral.

Faleceu em Goiânia-GO, no ano de 2005 devido a falência múltipla dos órgãos, com 82 anos, 62 de vida religiosa e 57 de vida Sacerdotal. Está sepultado em Hidrolândia-GO.

Frei Ângelo Ferronato

08/12/1912
20/01/2010

Veranópolis - RS

 

Com 97 anos de idade, faleceu às 05 horas, dia 20 de janeiro de 2010, o capuchinho da Província do Rio Grande do Sul, Frei Ângelo Ferronato. O corpo foi velado na Igreja dos Capuchinhos, bairro Rio Branco, em Caxias do Sul. 
A missa de corpo presente aconteceu às 16 horas, na matriz Imaculada Conceição, dos freis Capuchinhos, e o sepultamento no Cemitério Parque de Caxias do Sul. 


Frei Ângelo Ferronato, era o frade mais idoso da Província do Rio Grande do Sul, com 80 anos de vida religiosa capuchinha e 72 de ordenação sacerdotal . Estava hospitalizado desde o dia 7 de janeiro, atendido na UTI do Hospital da Unimed, em Caxias do Sul, por complicações pulmonares. 

 

Registro
Natural de Veranópolis, Frei Ângelo nasceu em 8 de dezembro de 1912, filho de Pedro Ferronato e Antonieta Coldebella Ferronato. Em 29 de janeiro de 1913 foi batizado pelo francês frei Luiz de La Vernaz, na capela São Roque, de Veranópolis; e, em 23 de abril de 1915, na matriz de Veranópolis, crismado por Dom João Becker, arcebispo de Porto Alegre. Entrou no seminário capuchinho de Veranópolis em fevereiro de 1925, onde concluiu o curso colegial em 1927, sendo reitor frei Cláudio Mocelini. 

 

Informações pessoais
 entrada na fraternidade capuchinha se deu com a vestição do hábito, em Flores da Cunha, em 3 de fevereiro de 1928, quando iniciou o ano de Noviciado. A profissão temporária foi em 10 de fevereiro de 1929, em Flores da Cunha, sendo ministro o comissário frei Cândido Maria Bampi. Cursou ciências e letras em Flores da Cunha, de 1929 a 1931, e filosofia e teologia em Garibaldi, de 1934 a 1938. Professou solenemente em 25 de dezembro de 1933. O diaconato recebeu-o em 22 de maio de 1937 e a ordenação sacerdotal em 12 de dezembro de 1937, na igreja Santa Catarina, em Caxias do Sul, sendo bispo ordenante Dom José Baréa. 
 

Após sua ordenação sacerdotal, exerceu o ministério em Vacaria, de 1938 a 1946, como vigário paroquial, secretário de Dom Frei Cândido Maria Bampi, bispo-prelado, e cura da catedral de Vacaria até 1945. De 1946 a 1951 foi pároco em Bom Jesus. Em 1951 assumiu como professor de Teologia Moral a Direito Canônico no teologado dos capuchinhos, que funcionava no Convento São Francisco de Garibaldi. 
 

De 1952 a 1974 foi pároco em Esmeralda, fez parte da comissão emancipacionista, onde desenvolveu intensa atividade pastoral e administrativa . De 1975 a 1987 assumiu como pároco em São João do Sul, Santa Catarina; em dois períodos, também atuou por seis anos na paróquia catarinense de Praia Grande, donde saiu em maio de 2000 para residir na Casa de Saúde São Frei Pio, em Caxias do Sul, onde sempre demonstrou grande vitalidade, sendo uma presença fraterna e alegre, dando em todos os momentos um exemplo de amor à vida. Durante cinco anos, de 1992 a 1996, também dedicou-se à pastoral do aconselhamento em Ipê. 
 

De 1962 a 1975, Frei Ângelo freqüentou vários cursos, entre eles, “Mundo Melhor”, Liturgia, Renovação Pastoral, Comunicações, Pastoral dos Sacramentos, Pastoral da Penitência e Parapsicologia. 
Frei Ângelo era irmão dos capuchinhos gêmeos freis Protásio e Gervásio Ferronato, membros da Província do Brasil Central, falecidos, respectivamente em 1979 e 1998. Ainda vivem, em Veranópolis, o irmão Luiz Antônio Ferronato, 93 anos, e a irmã Ozana Ferronato Moro, de 84 anos. 
 

Por seu testemunho e trabalho recebeu inúmeras homenagens, destacando-se o título de Cidadão Esmeraldense, concedido em 1975 pela Câmara de Vereadores de Esmeralda. “Um vulto ímpar na história de Esmeralda” desde o início do movimento de emancipação, que “de todos foi o padre, o amigo e o cidadão” exemplar. 

 

Durante os mais de 70 anos de atuação pastoral, sua grande meta, como deixou escrito, foi sempre “ser um bom vigário capuchinho”. Por várias décadas, no início de sua atuação paroquial, deslocou-se a cavalo pelo interior e a pé nas cidades. Além da pastoral e dos movimentos, também deu muita atenção ao lado material, organizando a infra-estrutura das paróquias e prestando ajuda aos seminários da Província. 

Frei Carlos César de Almeida

23/05/1961
20/01/2011

23.05.1961 - Lajinha - Minas Gerais

20.01.2011 - Bandeirantes - Paraná

FREI CARLOS CÉZAR DE ALMEIDA, filho de Agenor Motta de Almeida e Maria Zine de Almeida, nasceu aos 23.5.1961, em Lajinha-MG. Foi batizado no dia 21.01.1962 na paróquia Nossa Senhora de Nazareth, pelo padre Rivadavia Gomes da Silveira. Em 1972, fez a primeira Eucaristia em Bandeirantes-PR, na capela São Sebastião, sendo pároco Frei Anselmo Schuarza. Foi crismado na mesma cidade, pelo bispo diocesano de Jacarezinho-PR, D. Pedro Filipak, aos 29.10.1978.

Ingressou no Seminário Santa Maria, em Engenheiro Gutierrez-PR, aos 11.02.1980, recebido pelo diretor frei Geraldo Carbonera, onde concluiu o curso médio. Durante o ano de 1981 fez o Postulantado sob a orientação de frei Antônio Rodrigues de Lima, em Ponta Grossa-PR.

Com o mestre Frei Antônio Carlos Lehmkuhl iniciou o ano de noviciado aos 23.01.1972, na fraternidade de Butiatuba, tendo emitido sua primeira profissão temporária em nossa igreja das Mercês, Curitiba, aos 23.01.1983, nas mãos do Ministro Provincial, frei Adelino Frigo. Aos 20.05.1990 emitiu a profissão perpétua na cidade de Ibiporã-PR, diante do Ministro Provincial, frei João Daniel Lovato.

Cursou filoso­fia em Ponta Grossa (1983-1984) e teologia em Londrina (1985- 1988) no Instituto Teológico Paulo VI. A partir de 08.12.1987, residiu na casa de inserção em Ibiporá-PR até 1991, passando então para Santo Antônio da Platina-PR, na Vila Ribeiro, vivendo em casa de inserção.

Recebeu o diaconato em Céu Azul-PR, aos 23.10.1994, das mãos do bispo diocesano Dom Olívio Fazza. Foi ordenado presbítero em Bandeirantes-PR, aos 24.06.1995, por Dom Conrado Wlater, bispo diocesano de Jacarezinho-PR.

Desenvolveu seu ministério pastoral em Céu Azul (1994), em Capitão Leônidas Marques (1995), na Equipe Missionária (1997), na Vila Nossa Senhora da Luz em Curitiba, como vigário paroquial e pároco (2000).

Em 2003 passou alguns meses no mosteiro dos Beneditinos de Ponta Grossa. Em seguida, participou do 87° curso CER­NE, no Rio de Janeiro. Retomando em julho de 2004, foi designado à fraternidade e paróquia Bom Jesus em Ponta Grossa, como vigário paroquial.

Passou o ano de 2008 em Belo Horizonte - MG, hospedado na fraternidade dos capuchinhos, onde fez Pós-graduação Lato Sensu em Teologia Pastoral. Frequentou as quatro etapas programadas pelo CEBI, em Curitiba.

Após ter passado o primeiro semestre de 2009 em Cruzeiro do Oeste, aos 20.06.2009 foi a Londrina como adminis­trador da paróquia Nossa Senhora Aparecida, no Jardim Igapó e, posteriormente, nomeado pároco. Este foi seu último trabalho pas­toral.

Estava de férias na casa de seus fami­liares em Bandeirantes-PR e, no dia 19.1.2011, concelebrou na paróquia Santa Teresinha. A seguir, foi à casa de sua irmã Norma para pernoitar. No dia seguinte, foi encon­trado morto no quarto. O laudo médico cons­tatou infarto fulminante.

A missa exequial foi presidida pelo bispo de Jacarezinho, Dom Antônio Braz Benevente. Estavam presentes o Ministro Provincial frei Davi Nogueira Barboza, diversos, padres diocesanos, diáconos, o pastor Carlos Klein do Movimento Ecumênico (MEL) de Londrina, do qual frei Carlos fazia parte. De Londrina chegaram dois ônibus e vários carros com as lideranças da paróquia.

Em todos os lugares onde frei Carlos Cezar esteve, fez muitas palestras para movimentos e associações, sempre acen­tuando o lado social de ajudar dos menos favorecidos. Dedicou-se também aos Conselhos Missionários Diocesanos (Comidi), participando de atividades e reuniões do mesmo.

Nos objetivos a que se propunha de­monstrava grande força de vontade. Levava a sério a vida de oração e cultivava boa espiritualidade. Era desprendido, simples e solidário. Dava especial atenção aos pobres, e gostava de ser concreto e coe­rente. deixou sua marca de capuchinho sim­ples, pobre e solidário com os que sofrem e excluídos.

Faleceu com 49 anos de idade, 28 de vida religiosa e 15 de sacerdócio.

A pedido de seus familiares, foi sepul­tado no jazigo da família, em Bandeirantes- PR.

Frei Angélico de Ênego

28/10/1881
21/01/1961

28.10.1881 - São Martinho D'ársego/Itália
21.02.1961 - Veneza/Itália

Nasceu em São Martinho D'ársego (Itália), diocese de Pádua, aos 28.10.1881. Freqüentou o ginásio de údine e, a seguir, em Bassano vestir o hábito religioso aos 08.11.1896. Emitiu os votos temporários aos 09.11.1897 e os perpétuos aos 08.12.1901.

Completados os estudos literários e filosóficos em Údine e Pádua, cursou teologia em Veneza. Aos 10 de agosto de 1904 foi ordenado sacerdote pelo Cardeal Patriarca Aristides Cavallari. Recebeu o título de doutor em Direito Canônico pela Pontifícia Faculdade de Direito Canônico de Veneza.

Logo colocou seus talentos para o bem dos estudantes teólogos ensinando Direito, História Eclesiástica e Oratória, sendo também eleito definidor provincial.

Na guerra mundial de 19141918 distinguiuse como capelão militar da Cruz Vermelha. Para atender os feridos, expôs-se a graves perigos, ficando até ferido. Os atestados e condecorações recebidas no campo de batalha o comprovam eloqüentemente.

Seu zelo apostólico, seu espírito de abnegação revelaram-se sempre mais e melhor após a guerra. Tinha reiniciado suas aulas no estudantado de Veneza quando, em 1919, foi-lhe proposto de formar o primeiro grupo de missionários para o Paraná a fim de fundar uma missão. No dia 11 de setembro do mesmo ano, recebeu o crucifixo missionário com seus três confrades na igreja do Santíssimo Redentor, em Veneza.

Integrou o primeiro grupo de missionários vênetos que viajou com João Francisco Braga, bispo de Curitiba. Após uma temporada no Rio de Janeiro e em São Paulo, chegou em Curitiba, no Paraná, aos 20 de janeiro de 1920.

Em suas cartas demonstra grande espírito de apostolado, uma sede de sacrifício e uma comovente vontade de imolação. Nelas descreve os perigos encontrados em suas viagens. Seu ardor era tanto que até pediu para trabalhar com os leprosos.

Distinto pela cultura e disposto à evangelização, em 1929 iniciou e dirigiu a construção da igreja matriz de Santo Antônio da Platina. Apesar da crise financiera, em fevereiro de 1933 estava coberta. Foi incumbido por Dom João Braga de preparar a criação da Diocese de Jacarezinho. Enfrentou sérias dificuldades suscitadas pela maçonaria.

Com seu equilíbrio e visão aberta, por duas vezes fez parte do Conselho da Missão (1921-1922, 1925-1929).

Aos 18 de março de 1933 retornou à Província de Veneza, requisitado pelo Ministro provincial Frei Vigílio de Valstagna para presidir, em Veneza, os trabalhos de compilação da edição dos escritos de São Lourenço de Brindes. Muitos iniciaram este árduo trabalho, mas só a constância e os conhecimentos profundos do frei Angélico conseguiram realizar em breve tempo a "Opera Omnia" do Santo de Brindes.

Trabalhador incansável, além de dirigir a edição dos escritos do grande capuchinho, lecionava teologia moral no Seminário Patriarcal de Veneza, desempenhava com acuidade o cargo de Juiz Sinodal no Tribunal Eclesiástico (1944), capelão de hospital em Veneza (1945), professor de teologia moral (1946) e, por unanimidade, foi eleito Definidor provincial.

Era homem generoso, de vontade férrea, de inteligência aguda, um capuchinho de piedade profunda, de grande espírito de obediência e de intensa mortificação.

A cada instante fazia transparecer sua imensa saudade da terra de adoção: o Paraná. Depois da conclusão da edição da "Opera Omnia" pediu com insistência para voltar ao Paraná: "Queria deixar meus ossos onde está o meu coração". Sua humildade davalhe uma atitude suave e forte, amável e austera.

Frei Angélico de Ênego faleceu no dia 21 de fevereiro de 1961, no Hospital de Veneza (Itália), vítima de asma cardíaca.

Irmão menor exemplar, característica figura de capuchinho, quis e soube empenhar todas as energias no desenvolvimento de uma atividade espiritual, intelectual e material que honra a Ordem Capuchinha e toda a Igreja.

Aos seus funerais, celebrados aos 23.02.1961, estavam presentes representantes de dioceses, tribunais eclesiásticos, religiosos e religiosas de vários Institutos.

Adornado de tantas virtudes, ele permanece entre nós como figura genuína do capuchinho, muito semelhante aos nossos primeiros irmãos da reforma capuchinha.

Frei Danilo Domingos Pagliari

04/11/1934
21/01/2009

Carlos Barbosa - RS

 

Destacou-se como Missionário, foi um dos pioneiros, na Vice-Província "São Francisco de Assis" Brasil Oeste - MT/RO

 

Registro
No Rio Grande do Sul atuou na pastoral paroquial em Soledade (até 1963) e em Bom Jesus (até 1973). Em 1974 fez o curso de franciscanismo no Cefepal (Petrópolis, RJ) e, depois, por dez anos, integrou uma das equipes de missões populares da Província. Em dezembro de 1984 inicia uma nova etapa como pastoralista e missionário.

 

Foi designado, como pioneiro, para a então “frente missionária Mato Grosso-Rondônia” (hoje Vice-província Brasil Oeste), que a Província estava implantando e consolidando. Em Pimenta Bueno e Porto Velho (RO) e em Barra do Bugres (MT) viveu a presença capuchinha e atuou na pastoral paroquial durante 21 anos. Como pároco da Paróquia Perpétuo Socorro, em Porto Velho, vivia parte de seu tempo num barco, que servia de meio de transporte e de residência, enquanto visitava e atendia mais de 50 comunidades ribeirinhas.

 

A Vice-província Brasil Oeste, ligada à Província dos Capuchinhos do Rio Grande do Sul, acabou de celebrar a data jubilar dos 25 anos de presença no Mato Grosso e Rondônia. Frei Danilo está entre os que percorreram integralmente esta caminhada. Desde 2006 era membro da Fraternidade Nossa Senhora do Carmo, de Comodoro, MT e atuava na pastoral paroquial da Paróquia Nossa Senhora da Guia na mesma cidade.

 

No final dos anos 1980 havia contraído malária e em agosto de 2006 submeteu-se a cateterismo e angioplastia no Hospital AMECOR, de Cuiabá, devido a problemas cardíacos. Presbítero há 48 anos, no próximo domingo, 25.01., fr. Danilo completaria 55 anos de vida religiosa na Ordem Capuchinha. Estava no Rio Grande do Sul de férias.

 

Participou do Encontro dos pastoralistas (Encopa) há poucos dias em Rosa do Mar. Passava, agora, alguns dias na praia do Arroio do Silva, em Santa Catarina. Na manhã do dia 21 saiu para pescar, como costumava. Não tendo regressado para o almoço e nem até o meio da tarde, deixou a coordenação da casa e os demais freis e Dom Orlando Dotti preocupados. Não havia notícias até às 17h30min, quando foi localizado no hospital de Araranguá, onde havia dado entrada pouco depois das 8 horas da manhã, já sem condições de reanimação. Segundo informações, teria sido encontrado caído em uma calçada da praia do Arroio do Silva e levado para o hospital. A causa mortis foi ataque cardíaco. O corpo foi trasladado de Araranguá para Garibaldi na noite de 21 para 22. O corpo de frei Danilo foi velado na capela do Convento São Francisco de Assis, em Garibaldi.

 

A missa de corpo presente, foi presidida por Frei Álvaro Morés, ministro provincial e concelebrada por 22 sacerdotes. Presente, também, nas exéquias Dom Ângelo Domingos Salvador, vários confrades da Província do RS e da Vice-Província Brasil Oeste que se encontram no RS. Foi sepultado às 14 horas de quinta-feira, 22 de janeiro, no jazigo dos freis no Cemitério Municipal de Garibaldi/RS.

 

Informações pessoais
Frei Danilo Pagliari, filho de Domingos Pagliari e Angelina Pérego Pagliari, nasceu em Linha Vitória, Garibaldi, em 4 de novembro de 1934. Ingressou no Seminário São José de Veranópolis em 1946, vestiu o hábito capuchinho em 24 de janeiro de 1953, em Flores da Cunha, onde fez o ano do noviciado, emitindo os votos em 25 de janeiro de 1954 na presença do Ministro Geral da Ordem, frei Benigno de Santo Hilário. Três anos após, em 1957, fez a profissão perpétua no Convento São Geraldo de Ijuí. Em 1957 licenciou-se em Filosofia pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ijuí e, de 1958 a 1962, em Teologia, na Escola Superior de Teologia São Lourenço de Brindisi, em Porto Alegre. As ordens do subdiaconato e do diaconato foram conferidas na igreja Santo Antônio, em Porto Alegre, em 1960, respectivamente por Dom Cândido M. Bampi e Dom Edmundo Kunz. A ordenação presbiteral também aconteceu na Matriz Santo Antônio do Partenon, pelas mãos de Dom Edmundo Kunz, em 17.12.1960.

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