Necrologia

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Frei Jacir Bachi

09/05/1961
20/06/1989

09.05.1961 - Machadinho/Rio Grande do Sul
20.06.1989 - Florianópolis/Santa Catarina

Nasceu aos 9 de maio de 1961, em Machadinho, distrito de Paim Filho, hoje município, no Rio Grande do Sul. Filho de Guerino Bachi e de Luiza Cassol Bachi, era o filho mais velho do casal. Viveu parte de sua infância na terra natal. Sendo sua família pobre e simples, começando a vida e encontrando enormes dificuldades com doenças, seus pais mudaram-se para Pato Branco, Paraná, em busca de melhores condições de vida, um futuro melhor. Nesta família simples e humilde, mas cheia de fé e amor, manifestou desde criança um grande sonho: ser padre.

Entrou no seminário menor de Céu Azul, Paraná, aos 10 de março de 1976, com 14 anos de idade, quando Frei Miguel Rodakowski era o diretor. De 1977 a 1981, estudou no Seminário Santa Maria de Riozinho, Paraná, onde concluiu o 2° grau. Em 1982, fez o Postulantado em Siqueira Campos, Paraná. Vestiu o hábito capuchinho aos 22 de janeiro de 1983, em Butiatuba, Paraná, como tempo forte de oração e conhecimento da vida capuchinha. Professou temporariamente em nossa igreja das Mercês, em Curitiba (22.01.1984). De 1984 a 1985, em Ponta Grossa e Curitiba, fez os estudos de Filosofia. Em 1986 foi transferido para Florianópolis, na Trindade, para realizar os estudos de Teologia, no ITESC. Concluiu o curso teológico e os últimos exames em 1989. Na igreja Matriz da Trindade, no dia 9 de outubro de 1988 fez a sua Profissão Solene, diante do Ministro provincial, Frei João Daniel Lovato.

Na fraternidade da Trindade, em Florianópolis Santa Catarina, além dos estudos e obrigações fraternas, exerceu também atividade pastoral. Fez amigos, foi irmão, lutador, trabalhador, prestativo. A música e o canto o tornavam uma pessoa animada e alegre.

Colocou este dom a serviço dos outros. Num encontro ou roda de amigos, pegava seu violão e tocava suas modinhas. Esteve presente no SOMISSAO (grupo instrumental e vocal de adolescentes) desde o inicio. Nos ensaios de canto e na animação litúrgica sua presença era animadora. Com as crianças tinha um carinho especial. Por todos era querido e amigo. Atuava também na pastoral da juventude. Acompanhou e auxiliou na coordenação da catequese durante todo o tempo.

Aos 15.06.89 Frei Jacir Bachi foi aprovado para receber os Ministérios de Leitorato e Acolitato para o dia 22.06.89 e deveria receber a ordenação diaconal aos 26.08.89. Porém, no dia 18.06.89 caiu de uma escada, em frente à casa paroquial da Trindade. Sofreu traumatismo craneano encefálico, vindo a falecer dois dias após, (20.06.1989) no Hospital Celso Ramos, Florianópolis.

Seu corpo está sepultado no cemitério de Butiatuba.

Frei Pedro Cesário Palma, companheiro de Frei Jacir, lembrou-o com este poema:

"Mas ninguém podia entender como fora acontecer um ato trágico incidente. Há poucos minutos passados tocando e cantando, contente. Era exatamente dez e trinta, uma manha de sol, bonita. A missa havia terminado. No pátio da igreja matriz, a criançada brincava feliz como acontece todo sábado. Frei Jacir na animação: jogando bola, enchendo balão, animando a criançada... de repente a bola subiu e em cima da marquise caiu e agora? quem tira a danada? Pra Frei Jacir foi «fichinha». Pegou a escada que ali tinha e a bola ele foi buscar. Quando na marquise chegou a escada se escorregou e ele caiu de lá... Foi tamanho o desespero ao ver o bom companheiro com seus vinte e oito anos caído ali, desmaiado... para o hospital foi levado: era traumatismo craniano. Os médicos foram dizendo: «O quadro dele é tremendo, não há mais nada a esperar». Ficou dois dias e meio em coma o tempo inteiro: dava pena de se olhar. Vinte de junho era a data, às vinte e trinta, hora exata, de oitenta e nove era o ano. Frei Jacir deu seu adeus, deixando os amigos seus com o coração chorando.

A missa de corpo presente com a igreja cheia de gente foi celebrada na Trindade, em Florianópolis, Santa Catarina. Depois foi levado para Butiatuba, Paraná, e sepultado no cemitério dos frades. Chegando no dito lugar muita gente a esperar celebrouse uma missa ali. Adeus. Frei Jacir Bachi. Muito, muito marcaste. Saudades que não têm fim!!!»

Frei Armando Grison

02/03/1927
22/06/1995

Machadinho - RS

 

Destacou-se pelo intenso amor a tudo o que fazia, pela simplicidade, objetividade, entusiasmo e atenção para com todos.

 

Registro
Ingressou no Seminário Seráfico São José, Veranópolis, no dia 17.01.1939. Fez todos os estudos de formação religiosa e presbiterial, nas casas de formação dos Frades Capuchinhos. Em Flores da Cunha, no dia 06.01.1946 emitiu os votos temporários. Em 24.08.1949 fez os votos perpétuos, em Marau. Foi ordenado presbítero, por Dom Cândido Maria Bampi, no dia 23.12.1951, em Garibaldi. Atuou em muitas frentes. Veranópolis(1953-1961), professor e formador; em dois períodos integrou o grupo das Missões Populares (1962-1964, 1973e1974); Nos MCS, foi diretor e superintendente da Rádio Veranense e da Rádio Fátima, (Veranópolis, 1965 - Vacaria, 1982), respectivamente. Foi, também, assistente regional da X Região da OFS. No campo da Pastoral Paroquial, foi pároco em Veranópolis(1967), Esmeralda(1975), Flores da Cunha(1984), foi vigário paroquial em Machadinho(1970) e Vacaria(1978. Pastoral do aconselhamento em Santa Maria(1987-1991) e em Veranópolis(1992). Pela sua atuação na comunidade de Veranópolis, recebeu o Título de Cidadão Veranense, no dia 11.03.1988, concedido pelo poder público. Desde 1984 sofria do "Mal de Parkinson", agravado com a febre tifóide em 1988. Faleceu no dia 22.06.1995, às 15h20min. Contava 68 anos. A Missa de corpo presente foi concelebrada por 47 celebrantes. Foi sepultado no jazigo dos Frades Capuchinhos, no Cemitério Municipal de Veranópolis/RS

 

Informações pessoais
Nome Civil, ELIAS FRANCISCO GRISON, filho de Santo Grison e Carlina Refosco Grison

Frei Mateus Gaspar Lopes

21/04/1911
23/06/1994

De nacionalidade portuguesa

Frei Mateus Gaspar Lopes (Martinho Gaspar Lopes) nasceu em Souto da Carpalhosa, Leiria, Portugal, aos 21 de abril de 1911. Era irmão gêmeo de Frei Jerônimo Gaspar Lopes. Era filho de Antônio Gaspar Lopes e Teresa Soares Lopes. Foi batizado pelo Pe. Manoel Ferreira Geraldo, na igreja de Souto da Carpalhosa, aos 25 de maio de 1911. Foi crismado por Dom Manoel Matos, na mesma igreja, aos 31 de outubro de 1915. Fez a Primeira Eucaristia, recebida das mãos de Dom José da Silva, Bispo de Leiria, na igreja de Mata dos Milagres, em 1919. Cursou os primeiros estudos em Mata dos Milagres. Aos 18 de fevereiro de 1924, com seu irmão gêmeo Frei Jerônimo, entrou para o Seminário São Fidélis, em São Paulo.

Noviciado e Profissão

Vestiu o hábito franciscano capuchinho, no convento Santa Clara, Taubaté, iniciando o noviciado aos 17 de fevereiro de 1929. Foi seu Mestre Frei Ricardo de Denno. Fez a profissão temporária, perante Frei Tiago de Cavêdine, em Taubaté, aos 23 de fevereiro de 1930. Emitiu a profissão perpétua, perante Frei Jacinto de Trieste, visitador da Ordem, em São Paulo, aos 25 de março de 1933.

Filosofia, Teologia e Ordenação

Estudou Filosofia e Teologia no convento Imaculada Conceição de São Paulo nos anos 1930 a 1932; 1933 a 1936. Dom Frei Luís Maria de Santana conferiu-lhe a Primeira Tonsura e as Ordens Menores, de 20 a 21 de agosto de 1933, em São Paulo. Foi ordenado Subdiácono por Dom José Carlos Aguirre, em São Paulo, igreja Nossa Senhora do Carmo, aos 10 de novembro de 1935 e Diácono por Dom José Gaspar de Afonseca e Silva na igreja do Mosteiro São Bento, aos 21 de dezembro de 1935. Recebeu a Ordenação Sacerdotal pela imposição das mãos de Dom Duarte Leopoldo e Silva, Arcebispo de São Paulo, na igreja Santa Ifigênia, funcionando como Catedral provisória, aos 29 de dezembro de 1935. Concluiu os estudos em São Paulo, em novembro de 1936.

Ministério sacerdotal no Estado de São Paulo

Em novembro de 1936, concluídos os estudos, recebeu transferência para Penápolis. Aí foi Diretor da Congregação Mariana. Em novembro de 1937, foi transferido para o Seminário São Fidélis de Piracicaba, como Mestre de Disciplina e Professor.

Em Portugal

Em 1º de fevereiro de 1939, recebeu do Ministro Geral a obediência para deixar São Paulo e partir para Portugal a fim de trabalhar na implantação da Ordem naquele país. Em Portugal, residiu em Serpa, Fafe, Porto, Coimbra, Lisboa, Fátima e Gondomar. No Comissariato de Portugal, organizou e fundou o Seminário sendo o primeiro Reitor; fundou novas Casas Religiosas, sendo o primeiro Guardião em Coimbra, Lisboa e Fátima. Foi o terceiro Comissário da Ordem em Portugal por um triênio. Foi encarregado da continuação das obras das igrejas de Porto, Fátima, da construção da nova igreja e Seminário em Gondomar. Com seu irmão gêmeo Frei Jerônimo, passou a ser pregador missionário.

De volta à Província de São Paulo

Em 1968, com seu irmão gêmeo Frei Jerônimo, regressou à Província de São Paulo e se encarregou da paróquia e da construção do Santuário Nossa Senhora de Fátima, em Sapopemba. Aí foi o primeiro Guardião e pároco da paróquia. Permaneceu em Sapopemba até janeiro de 1978, sendo num triênio, Guardião e pároco, em outro, vigário paroquial e Vice-Superior. Em janeiro de 1978, com seu irmão Frei Jerônimo, foi transferido para Mococa, como Guardião do convento.

Definitivamente em Portugal

O Definitório Geral, aos 2 de fevereiro de 1979, atendeu o pedido e decidiu conceder licença ao Frei Mateus Gaspar Lopes e Frei Jerônimo Gaspar Lopes para se transferirem para a Província Capuchinha Portuguesa enviando-lhes a respectiva “obediência”.

Falecimento

Frei Mateus Gaspar Lopes faleceu no Hospital de Barcelos, Portugal, onde se encontrava enfermo já há vários dias, aos 23 de junho de 1994. Contava 83 anos de idade, 64 de Vida Religiosa na Ordem Franciscana Capuchinha e 59 de ministério sacerdotal. O Deus de misericórdia certamente lhe concedeu a recompensa pela abnegada doação religiosa e sacerdotal com que enriqueceu a sua Igreja.

Irmãos Gêmeos

Frei Mateus era irmão gêmeo de Frei Jerônimo Gaspar Lopes
(+ fevereiro de 2003). Entraram juntos para o Seminário, para o noviciado. Até a morte de Frei Mateus, viveram e trabalharam sempre juntos. Os dois eram ardorosos missionários. Propagavam a devoção à Nossa Senhora de Fátima. Tinham um amor apaixonado pela mãe de Jesus.

Frei Joaquim Dutra Alves, O.F.M. Cap.

Frei Mansueto Bozic

05/08/1928
23/06/2007

* 05.08.1928 – Vipacco/Itália (hoje Eslovênia)

† 23.06.2007 – Santa Cruz de Aidússina/Eslovênia

Na noite entre 22 a 23.6.2007, fa­leceu em Santa Cruz de Aidússina (Eslovênia), frei Mansueto Bozic. Nasceu em Vipacco (território italiano, atualmente da Eslovênia) aos 5.8.1928, filho de José Bozic e Teresa Kete. Recebeu o batismo 8.8.1928 na paróquia de Budanje, diocese de Gorizia. Na mesma paróquia fez a primeira comunhão em 1935 e foi crismado em 1938 por Dom Carlos Margotti. Ingressou no seminário dos Capuchinhos de Veneza aos 30.8.1940 em Santa Cruz de Aidússina, tendo como diretor frei Nazareno de Rozzo. Em Bassano dei Grappa iniciou o noviciado aos 16.11.1944, tendo como mestre de noviços frei Vicente de Magredis e Ministro Provincial frei Clemente de Santa Maria in Punta. No mesmo convento fez, aos 18.11.1945, sua primeira profissão temporária nas mãos de frei Luquésio de São Martinho de Lúpari, e a profissão perpétua aos 6.1.1950, em Veneza, diante do frei Hermágoras de Premariacco, sendo Ministro Provincial frei Paulino de Premariacco

Recebeu todas as ordens menores e maiores na Basílica de São Marcos em Veneza (leitorado em 1950, acolitado em 1951, diaconato em 1952, conferidas por Dom Jacinto Ambrosi, e presbiterado aos 21.3.1953 por Dom Ângelo José Rocalli (o futuro papa João XXIII). Celebrou sua primeira missa solene aos 6.4.1953 em Noastier, na diocese de Treviso.

No Paraná - Passados dois anos como sacerdote na Itália, a 1.1.1955 partiu, em companhia do Ministro Provincial frei Zacarias Varalta, para o Brasil, chegando ao Paraná aos 23 do mesmo mês. Em Curitiba permaneceu até 18.8.1963. Depois de ter passado um ano em Oficinas na cidade de Ponta Grossa, foi transferido para Uraí-PR (1965-1968), para Londrina (1969-1973) e para Palmas com Dom frei Agostinho Sartori (1974-1981). Em seguida, trabalhou em Manaus-AM e em Cruzeiro do Sul no Acre (1983-1998). Aos 14.4.1998 retornou à Veneza (Itália) e, com o decreto de 8.1.1998, agregou- se à Província Capuchinha da Eslovênia, sua pátria, onde faleceu.

Encargos - Durante sua permanência em nossa Província quase sempre se dedicou aos estudos, desenvolvendo diversas atividades. Inicialmente foi vice-diretor dos estudantes teólogos em Curitiba, dando aulas na Pontifícia Universidade Católica e na Universidade Federal de Curitiba. Em Urai-PR, foi diretor de nosso antigo Ginásio Assunção e também professor nas Faculdades de Cornélio Procópio e Arapongas. Em Londrina, continuou dando aulas nessas duas últimas faculdades e principalmente na de Londrina. Na diocese de Palmas-PR exerceu o cargo de Chanceler do bispo Dom frei Agostinho Sartori e professor na Universidade do Sudoeste, mantida pela Diocese de Palmas.

Pertenceu ao quadro de fundadores do Colégio São Francisco de Assis e da Escola Técnica aos 15.1.1962 (Curitiba, Mercês); fundador e professor de Filosofia da Educação na Faculdade Estatal de Cornélio Procópio- PR (1966-1972); fundador e professor de introdução à filosofia na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Arapongas-PR (1967-1972); em Rio Branco, Acre, esteve ao serviço da Prelazia de Alto Juruê até a elevação à diocese (1998), onde também desenvolveu inúmeras atividades apostólicas e foi fundador, professor e decano dos cursos de Letras, Pedagogia e Direito na Universidade Federal do Acre 1988-1998). Nessa intensa vida de estudos, também surgiram dificuldades com fraternidades locais, com seus superiores maiores e até com as Faculdades onde lecionava.

Em todos os lugares onde residiu, desenvolveu atividades de vigário paroquial. Na Província, por alguns anos foi o responsável da OFS, auxiliou a capelania da RFPRSC em Ponta Grossa e diretor da CRB em Londrina. No entanto, frei Mansueto dedicou-se com intensidade aos estudos, tendo obtido 43 diplomas e certificados e cursos concluídos. Entendia diversas línguas das quais falava com fluência algumas delas. Visitou diversos países na América Latina, Europa e outros lugares. Orientou inúmeros retiros e cursos de renovação no Paraná, São Paulo e Minas Gerais.

O dia 14.4.1998 foi seu último dia passado no Acre, porque retornou à Veneza (Itália). Aos 5.1.1998 o Ministro Geral assinou o decreto que o agregava à Província da Eslovênia e, aos 4.5.1998, recebia a primeira obediência do Ministro Provincial da Eslovênia, nomeando-o pregador e confessor no convento de Santa Cruz de Aidússina. Foi também guardião desse convento. O bispo diocesano confiou-lhe o cargo de exorcista.

Funerais - Aos seus funerais, presididos pelo bispo diocesano de Capodístria, estiveram presentes 80 sacerdotes, frades da Província Eslovena e da Província de Veneza (de Trieste, Gorizia, Castelmonte, Mestre e Pádua). Também esteve presente frei Jaime Manfrin, que há pouco tempo tinha retornado do Brasil e Paraguai. A igreja estava lotada de fiéis. “Um coral polifônico dava toque de solenidade ao rito fúnebre e o canto do Aleluia ressoava insistente entre o perfume do incenso”, disse frei Manfrin. Frades e leigos falaram sobre o falecido. O bispo fez as últimas encomen- dações no cemitério. Enquanto o coral cantava um hino, todos os sacerdotes, religiosos e fiéis presentes passaram, um por um, ao lado do túmulo, aspergindo- o. Em uma tranquila tarde de verão, frei Mansueto foi sepultado no cemitério de Santa Cruz de Aidússina (a atual Vipavski Kriz).

Frei Joaquim Donei

12/09/1909
26/06/2007

Frei Bento de Alba (Alberto Bruner) nasceu aos 21 de novembro de 1887. Filho de João Batista Bruner e Maria Lorenz. Vestiu o hábito aos 21 de fevereiro de 1903. Professou solenemente a 21 de novembro de 1908; a primeira profissão fora a 23 de fevereiro de 1904. Veio para o Brasil em outubro de 1937. Tinha sido ordenado sacerdote aos 6 de julho de 1913.

Como os demais coirmãos, Frei Bento dedicou-se ao apostolado normal em nossas igrejas, ao atendimento de confissões e especialmente ao trabalho em nossas capelas rurais. Parecia um tanto abalado em suas idéias, o que não lhe impedia rezar piedosamente a santa Missa e atender bem a todos os que o procuravam. Faleceu em Rovereto a 29 de junho de 1951.

(AOMC, 67, 196)

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