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Interculturalidade no processo da Formação Inicial

26/01/2018 - 16h33

A interculturalidade foi trabalhada inicialmente pelas conferências religiosas dos cinco Países da América do Sul (Brasil, Paraguai, Uruguai, Argentina e Chile), chamada de CONISUL. Foram dois seminários (Argentina e Chile) para buscar compreender como se trabalhar as diversas culturas que os jovens formandos e formandas trazem para as casas de formação e que devem ser trabalhadas pela equipe de formação como chave intercultural.

A ESTEF foi a primeira Faculdade que assumiu este tema proposto pela CRB Nacional como parte integrante de seu currículo. A matéria aqui ministrada por Frei Rubens Nunes da Mota, OFMCap.

O tema trata sobre os desafios na formação inicial, quanto aos conflitos geracionais ligados ao tema da interculturalidade. Como o curso é oferecido para quem está se preparando para a formação, cada membro traz os desafios enfrentados em suas realidades para contrastar com as experiências dos seminários e dos conteúdos refletidos no ambiente acadêmico. As reflexões tratam do respeito a cada cultura, bem como senso crítico para perceber o que é positivo em cada experiência cultural e o que é armadilha para justificar posturas de quem não se dispõe aos processos formativos. No caso das diferenças geracionais (idades e tempos formativos) que estão na Vida Religiosa Consagrada, o tema da interculturalidade deve fazer parte do cotidiano para discernir, reconhecendo e compreendo seus valores e contra valores.

 

Fonte: Capuchinhos do Brasil /CCB

Por Frei Rubens Nunes da Mota (Fraternidade Nossa Senhora de Fátima - Pós-Noviciado (Filosofia))

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