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16/07/2017

Liturgia para 15º Domingo Comum – 16 de julho de 2017

A Palavra de Deus é semente. O terreno é o nosso coração.

A Palavra de Deus é semente. O terreno é o nosso coração.

(Preparar: Entrada da Bíblia; Cartaz com os diversos serviços e pastorais)  Cor Verde

 

ACOLHIDA

Animador: Sejam todos bem-vindos a este encontro com Deus, os irmãos e irmãs na mesma fé. Na Liturgia desde domingo queremos acolher a semente mais preciosa e indispensável para a vida do mundo: a Palavra de Deus. Com o terreno do nosso coração bem preparado, aberto e acolhedor, iniciemos nossa celebração acompanhando a procissão de entrada, cantando.

 

ATO PENITENCIAL

Animador: Coloquemo-nos nas mãos misericordiosas e compassivas de Deus e acolhamos com alegria o seu perdão e seu abraço.

- Pelas vezes que a dureza do nosso coração materializado e indiferente não acolhe a Palavra de Deus, Senhor, tende piedade de nós.

- Pelas vezes que escutamos a Palavra de Deus, mas não fazemos nenhum esforço para arrancar de nosso coração os espinhos do pecado, Cristo, tende piedade de nós.

- Pelas vezes que a Palavra de Deus não nos leva a produzir frutos de conversão, de participação, de empenho pela justiça e dignidade de todos, Senhor, tende piedade de nós.

 

HINO DO GLÓRIA

Animador: Glorifiquemos a Trindade Santa, por sua Palavra que liberta e salva, cantando com alegria.

 

LITURGIA DA PALAVRA

Animador: Permanecendo de pé, acolhamos a Bíblia que contém a semente da Palavra de Deus, cantando.

1ª Leitura: Is 55,10-11

2ª Leitura: Rm 8,18-23

Evangelho: Mt 13,1-9 (ou Mt 13,1-23)

 

REFLEXÃO

            A liturgia deste domingo coloca em evidência a Palavra de Deus como semente incomparável e indispensável para a vida do mundo. A quantidade e a qualidade dos frutos depende da disposição do terreno do nosso coração, da acolhida fiel e da prática desta Palavra que liberta e salva.

            O semeador, é, por excelência, o próprio Jesus Cristo, e todos aqueles que acolhem o convite de Jesus. Dos que com paixão e vigor profético, assumem a vocação de discípulos missionários do Reino.

            O terreno é o nosso coração. Na parábola que Jesus nos conta, ele apresenta quatro tipos de terrenos que representam formas diferentes de acolha, compreensão e fecundidade da Palavra semeada.

- O primeiro terreno é daqueles que tem uma visão fundamentalista da Palavra de Deus esperando que ela, magicamente, solucione seus problemas. São pessoas vulneráveis que se deixam influenciar facilmente por promessas milagreiras, sem se comprometer. Mudam facilmente de religião. É o “maligno” roubando do seu coração a Palavra que foi semeada porque ela ficou exposta sem ser cultivada.

- O segundo terreno é o coração daqueles que ficam eufóricos com a Palavra ouvida, atingindo apenas a dimensão emotiva. Uma pessoa apenas eufórica e emotiva não tem consistência. A satisfação é momentânea. São os terrenos pedregosos, onde a semente não encontra profundidade para firmar raízes, crescer e frutificar. É uma religião sem compromisso, sem engajamento, sem persistência. Diante dos desafios e das dificuldades, desistem com a maior facilidade. Os desafios não são emocionantes, mas dolorosos. Neles se prova a fé como o ouro e a prata no fogo.

- O terceiro tipo de terreno é representado pelas pessoas que manifestam o desejo de ouvir a Palavra de Deus, mas dão prioridade a tantas outras coisas na vida, como a busca do dinheiro e da fama, do poder, do prazer. Por isso, a Palavra de Deus nem sempre encontra espaço para crescer. É sufocada pelas preocupações e condicionamentos mundanos. Estas pessoas são como terrenos cheios de espinhos.

- Por fim, o quarto tipo de terreno, o da terra boa, são aqueles que ouvem, compreendem e se esforçam para viver e colocar em prática a Palavra de Deus; os que tem compromisso com a luta pela justiça, verdade, solidariedade e vida em abundância para todos; os que se engajam de forma alegre e profética na preservação da Casa Comum, a Mãe Terra, assumindo serviços ministérios nas comunidades, em vista da transformação da sociedade. Aqui a Palavra dá frutos, pois a chuva e a neve da graça de Deus fecundam a semente e fazem germinar e multiplicar abundantemente as sementes.

            Aqui, é importante questionarmo-nos: Que tipo de terreno é o meu coração? Que espaço tem a Palavra de Deus na minha vida e na vida da minha família? Estou produzindo frutos, obras boas para a edificação da vida e da sociedade? “Não só de pão vive o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus”.

 

PRECES DA COMUNIDADE

Animador: Ao Deus que nos ama e dialoga conosco, apresentemos nossas súplicas. Após cada prece rezemos: Senhor, que a vossa Palavra transforme nossa vida.

1 – Pelo Papa Francisco, para que continue semeando com alegria e vigor profético a Palavra libertadora de Deus, rezemos..

2 – Por todos os cristãos, para que acolham a semente da Palavra de Deus e produzam frutos de justiça, fraternidade e paz, rezemos.

3 – Por todos nós, para que reconheçamos que tudo que tudo o que somos e temos é dom gratuito de Deus, e saibamos retribuir com o nosso dízimo, rezemos.

4 – Pelo povo brasileiro, para que iluminado pela Palavra de Deus reaja contra as injustiças e corrupções que produzem tanta exclusão e sofrimento, rezemos.

 

OFERTÓRIO

Animador. Sentados. Junto com o pão e o vinho, neste cartaz dos serviços e pastorais, oferecemos alguns frutos da Palavra de Deus em nossa comunidade, cantando.

 

COMUNHÃO

Animador: “Não só de pão vive o homem, mas de toda a Palavra que sai da boca de Deus”. Já nos alimentamos da Mesa da Palavra, participemos agora da Mesa da Eucaristia, cantando.

 

 

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