Necrologia

Selecione o Mês:

Frei Jerônimo de Vínego

09/08/1955
28/03/1920

Frei Jerônimo (José Piverotto) nasceu aos 9 de setembro de 1855. Filho de Benjamim e de Bartolomea Piverotto.

Vestiu o hábito aos 30 de setembro de 1875. Profissão simples a 2 de outubro de 1876; solene, aos 13 de novembro de 1879. Foi ordenado sacerdote a 30 de novembro de 1879.

Em 1903 partiu para o Brasil, aqui chegando, a Piracicaba, a 21 de setembro, juntamente com Frei Salvador de Cavêdine, Frei Calisto e Frei Justino de Taio, após mais de 15 anos em Missão na Bulgária.

Já em 1904, como vimos, Frei Jerônimo vai pregar Missões com o Frei Damião na paróquia de Descalvado.

Em 1901 foi eleito 4º conselheiro da Missão. De 10 de outubro de 1904 até a mesma data de 1906, foi Guardião em Piracicaba. Em 1917 foi Guardião no São Francisco, em São Paulo.

Dotado de boa voz, músico, cantou na Catedral de Sofia, na Bulgária, perante o Rei Fernando. Quando cantava, sua bela voz de barítono “faceva ribombare tutta la chiesa”.

Dedicou-se muito à Catequese. Foi durante seu Guardianato em Piracicaba que se fundou o Centro Catequético naquela igreja, com a colaboração dos ativos Terceiros Franciscanos entre os quais a afamada Irmã Zita. Tal se deu aos 4 de fevereiro de 1906.

Três anos depois, em 1909, voltou para Trento, falecendo em Arco aos 28 de março de 1920.

Frei Vicente de São Tiago

04/01/1854
30/03/1931

Frei Vicente de São Tiago (Inocêncio Valentinotti) partiu para o Brasil aos 24 de junho de 1882 indo para a Colônia Santa Isabel em Pernambuco. Ali trabalhou até o ano de 1894 quando veio para São Paulo e agregou-se a seus coirmãos da Província de Trento. Tinha uma certa cultura mas quis ser Irmão, embora com vocação missionária. E como Irmão, sempre seguiu os sacerdotes em suas Missões ou dedicou-se ao ensino e à orientação de crianças e jovens na Catequese.

Nasceu aos 4 de janeiro de 1854; vestiu o hábito aos 16 de setembro de 1876, fazendo sua profissão simples aos 4 de outubro de 1877. Aos 20 de outubro de 1882 fez sua profissão definitiva na Ordem Capuchinha. Era filho de Antônio e Domingas Valentinotti.

Já em Pernambuco, trabalhou no Colégio que fora aberto próximo a Recife, nele lecionando por vários anos.

Vindo para São Paulo, foi residir em Taubaté, onde, como sempre, dedicou-se à formação infanto-juvenil e até o Bispo o apoiava muito nesse apostolado tão necessário. Depois, é transferido para Piracicaba e por vários anos ali prosseguiu sua missão auxiliando também nas funções sagradas e na Sacristia. Grande foi sua colaboração nas missões pregadas por Frei Silvério e Frei Crispim pelo litoral de São Paulo, nos anos de 1896 e 1897 como podemos ver pelo livrinho "Pastoral Missionária", pp. l2 e ss. Percorreram cerca de vinte locais, permanecendo até por 10 dias em alguns deles. Os que posteriormente passaram pelo litoral, além de reconhecer os alicerces que esses missionários ali colocaram no campo da fé, puderam ainda ouvir o povo de Deus cantar com saudades aqueles hinos tão brasileiros que Frei Vicente ensinara de há muito e que sempre eram repetidos nas comunidades...

Quando estiver morrendo, quero com viva fé...

consolo achar dizendo: Jesus, Maria, José!...

Aos 14 de novembro de 1897 passou a residir junto à Igreja de São Francisco em São Paulo, com Frei Damião, Frei Bernardino, Frei Antônio de Drena, e posteriormente, com Frei Silvério e outros coirmãos. Ali abriu logo uma escola de Catecismo, freqüentada por ricos e pobres. Eram os primeiros passos de uma Catequese organizada na Capital – coisa inédita – e que depois se espalhou pelo interior.

Quando os missionários se incumbiram das Missões Indígenas em Campos Novos do Paranapanema (SP), no rio Verde (MS) e nas Marrecas (SP), foi Frei Vicente que deu todos os passos para obter das Secretarias da Fazenda e da Agricultura os auxílios pecuniários, víveres, instrumentos agrícolas, passes e fretes para as Estradas de Ferro. Bateu às portas de fábricas e de famílias conhecidas, pedindo auxílio. Não fora sua idade um tanto avançada e a saúde já abalada e ele também teria participado dessa empresa evangélica. Assim mesmo pôde passar uns dias nas Marrecas, à margem do Paraná; tal excursão lhe acarretou uma paralisia total em seus membros; impressionava ver por largos meses o venerando irmão, de longas barbas brancas, imóvel em seu carrinho, levado por algum cirineu, mas sempre cantando e rezando com o povo. E suas orações subiram ao céu, pois graças a Nossa Senhora Aparecida, a quem fizera promessas, recuperou seus movimentos.

Sempre disposto, Frei Vicente a todos atendia com atenção, distribuindo seus dons de catequista, de músico, e sua simpatia.

Recaindo em suas doenças que não mais o deixaram até a morte, veio a falecer aos 30 de março de 1931, vitimado por grave uremia.

Seu Guardião Frei Domingos de Riese, entre outras coisas escrevia, por ocasião de sua morte, ao superior de São Paulo:

... "nosso finado Frei Vicente, em sua enfermidade, deu belos e edificantes exemplos de paciência e resignação.

"Eram terços, jaculatórias, pedidos de perdão a todos pelos maus exemplos que tivesse dado. Enfim, teve bela e edificante morte. Mesmo no esquife transparecia uma calma como quem estivesse dormindo. Seu enterro foi solene. Taubaté em peso estava aqui; nosso Governador da Cidade baixou um decreto denominando o Largo da Estiva "LARGO FREI VICENTE". (Carta de Taubaté, de abril - 1931).

Aliás, Taubaté muito se beneficiou da presença do ativo irmão, especialmente na década de 1920 quando ele se dedicou fervorosamente ao Patronato Santo Antônio onde eram atendidas levas e levas de necessitados, como podemos ler ainda em relatos que nos ficaram nas páginas de "Anais Franciscanos". O patronato era local de instrução, de orientação e de auxílio a todo o povo menos favorecido. Ali se promoviam encontros, festas, palestras e diversões, especialmente para crianças e jovens. Uma espécie de oratório festivo.

Conforme a citada revista "Anais", Frei Vicente amou a Deus e a nossa Ordem. Foi também um grande amigo do Brasil. Reconhecendo seus trabalhos, os superiores lhe ofereceram um descanso na pátria distante, de onde se afastara há mais de 30 anos, mas ele recusou dizendo "que sua pátria era o Brasil e que preferia ficar aqui trabalhando sempre, até o dia em que Nosso Senhor entendesse chamá-lo para vida melhor". (A.F. maio 1931, p.145-147).

Também o jornal "LA SQUILLA" traçou um perfil de Frei Vicente; nele nos baseamos para o início deste breve resumo biográfico.

Frei Manoel de São Paulo

03/01/1894
30/03/1950

O humilde e virtuoso Frei Manoel (Henrique Galeotti) deixou grande fama de santidade entre seus coirmãos e entre o povo que o conheceu. Sempre em seu posto de porteiro no Convento Imaculada Conceição em São Paulo, paciente, pronto, unia, sua atividade não fácil, a uma profunda vida de oração e de interioridade.

Nasceu aos 3 de janeiro de 1894 na paróquia Santa Efigênia, na Capital. Filho de Vicente Galeotti e Maria Turri Galeotti. Fez a primeira comunhão em 1907, na igreja Sagrado Coração de Jesus, em São Paulo. Vestiu o hábito de postulante em São Paulo, aos 19 de novembro de 1911. Principiou o Noviciado em Piracicaba a 3 de janeiro de 1914. Foi seu Mestre Frei Jacinto de Prada. Votos simples a 14 de janeiro de 1915. Solenes, a 2 de fevereiro de 1919 em Taubaté, perante Frei Ricardo de Denno.

 

Exerceu os seguintes ofícios a partir das datas abaixo:

 

Dezembro 1911: Piracicaba, auxiliar cozinha; Janeiro 1912: Taubaté, sacristão; Maio-1912: São Paulo, auxiliar portaria; Agosto 1913: Botucatu, sacristão e porteiro; dezembro 1913: Piracicaba, auxiliar no Noviciado; julho 1916: Taubaté, sacristão e porteiro; abril 1921: Birigüi: porteiro, cozinheiro, sacristão; Janeiro 1926: Piracicaba, cozinheiro; Janeiro 1927: São Paulo, porteiro.

Na Portaria, no atendimento aos pobres, fornecendo-lhes a sopa diária, Frei Manoel soube aliar admiravelmente oração e ação. Homem de profunda fé, humildade e grande caridade, viveu heroicamente sua vocação. Quando de seu falecimento o povo achava que podia ser canonizado. Ouvido o sinal e o chamado da portaria, tudo deixava com a maior presteza, sem impacientar-se.

Veio a falecer em São Paulo, no Hospital Santa Catarina, aos 30 de março de 1950, de peritonite aguda. Tinha 56 anos, sendo 36 de vida religiosa.
Ainda hoje podemos sentir o quanto Frei Manoel era considerado e estimado, pelas expressões e impressões deixadas por muitos que o conheceram e que ficaram em sua memória na revista ANAIS FRANCISCANOS.

 

Assim escreveu Francisco Soares:

 

“Desapareceu da face da terra o grande apóstolo da caridade, o generoso amigo e pai da pobreza... e ainda sangra, como no primeiro dia do seu passamento, o coração daqueles que tiveram a grande ventura de conhecer o modelo dos porteiros do benemérito Convento da I. Conceição. A bondade e caridade viviam no seu coração estreitamente irmanadas, e essa aliança não fez senão avultar o perfil moral de Frei Manoel, consagrando-o sinceramente à estima pública. Eis porque a emoção causada pela sua morte, foi enorme. Devia ser assim. Passou pela vida prodigalizando benefícios com tudo que estivesse afeto ao seu humilde cargo, qual anjo de caridade a ninguém deixando faltar a sua meiga palavra de animação e de conforto.

Tanto assim era que os pobres que em número de mais de quinhentos diariamente vinham buscar seu pão, sua sopa, e bons conselhos deste Servo de Deus, todos diziam:

Frei Manoel ajuda a criar nossos filhos... Frei Manoel, o pai dos pobres!...

Um dos caracteres que o distinguiram na vida, foi o ter sempre tratado os pobres como seus filhos diletos e como membros de sua própria família”. (A.F. agosto - 1950, p. 248). (Cf. também AOMC, 66, 147).

Frei Manoel muito se destacou na propagação da Obra Seráfica das Santas Missas. Na página dedicada a essa obra, em Anais, lemos estas expressões a seu respeito:

“Com certeza muitos dos nossos Zeladores e Zeladoras o terão conhecido. Com que afabilidade, com que delicadeza recebia as pessoas que por qualquer motivo vinham tratar de questões diversas na Portaria.

Frei Manoel era afável para todos, porém, quando se tratava de um pobre a pedir auxílio ou comida, aí é que o bondoso frade demonstrava seu grande coração de capuchinho. Era o pai dos pobres.

Todos os dias, mais de 500 pobres vinham buscar seu pão , sua sopa, sua roupa. Frei Manoel levava mais de duas horas com os seus pobres. Rezava com eles, aconselhava-os, arranjava emprego a este ou aquele, ensinando-lhes o caminho do bem e da virtude...

Nunca se zangava, apesar de sofrer há anos da moléstia que o vitimou, e quando por qualquer motivo se impacientava: Oh! Senhor! Oh! Senhor! era sua expressão predileta. O Boníssimo Frei Manoel, lá do Céu onde estás, implora à Divina Majestade, pelos teus irmãos de hábito, pelos teus amigos, pelos teus pobres, que deixaste neste vale de lágrimas, para que um dia possamos reunir-nos no Paraíso”. (A.F. maio-1950, p. 151).

No coro a rezar, na portaria a atender, no trabalho pela Obra Seráfica e em outros trabalhos, sempre “preso e acorrentado” em seu lugarzinho a servir a todos, Frei Manoel construiu sua pessoa e sua eternidade; no amor a Deus e aos irmãos. Com seus olhos negros, salientes e brilhantes, sua barba rala, semblante pálido, com seu corpo um tanto arcado pela idade e pelas enfermidades, Frei Manoel traduziu a bondade e a humanidade do Senhor que quis viver nossa vida e entre nós, “passando por este mundo fazendo o bem”...

Outros muitos artigos foram escritos sobre nosso estimado confrade. Todos traduzem em outras palavras o sentir comum: “QUE SANTO!!! QUE SANTO PORTEIRO!!!”

(Cf. A.F. maio - 1950, pp. 153-157; setembro 1950, p. 274; maio 1950, p. 151; agosto l950, p. 248).

Frei Augusto de Botelhos

18/11/1992
02/03/1948

Frei Augusto de Botelhos (Paulo Milani) nasceu aos 18 de novembro de 1922, em São José dos Botelhos, Minas Gerais. Era filho de Augusto Milani e Cesira Sarto. Sua vestição foi aos 20 de janeiro de 1942. Profissão solene aos 2 de fevereiro de 1946.

Fez os estudos de Filosofia em Mococa. Estava cursando o 3º de teologia no convento Imaculada Conceição em São Paulo, quando foi submetido às pressas a uma operação de apendicectomia. Embora tudo tenha corrido a contento, 16 dias depois foi assaltado por uma peritonite aguda que o levou em menos de 24 horas, falecendo aos 2 de março de 1948.

Muito querido de seus colegas, inocente, piedoso, foi um exemplo de serenidade e bondade.

Como lemos em ANAIS FRANCISCANOS, foi “um estudante exato e cumpridor de seus deveres. A morte, embora repentina, não o colheu desprevenido. É nossa confiança que esteja gozando da felicidade do céu. Todavia, nós que aqui ficamos, continuamos com o dever de sufragar sua bela alma”. (A.F. abril-1948, c. capa). Frei Augusto era irmão de Frei Antônio Milani, capuchinho, e do Mons. João Milani. Sobrinho de Frei Mário Milani, também de nossa Ordem. Era da turma de Frei Henrique de Pirassununga, Frei Marcelino Ruivo, Frei Irineu Michelazzo, Frei Agostinho Tomazella, Frei Arnaldo V. Belli.

Frei Manoel de Seregnano

21/02/1882
03/03/1970

Frei Manoel de Seregnano (José Manoel Viliotti) nasceu aos 21 de fevereiro de 1882, no Trentino, Áustria. Era filho de Manoel Viliotti e Catarina Viliotti Tomasi. Batizado no mesmo dia do nascimento, José fez sua primeira comunhão em Civezzano, a 31 de março de 1891. Foi crismado em Trento, em 1888, por Dom Eugênio Valussi. Primeiros estudos em Seregnano, onde Padre Tomas Baggia foi o seu professor de Latim. Vestiu o hábito aos 8 de outubro de 1897 em Arco, e teve como mestre Frei Teodoro de Taio. Votos simples em Arco, aos 9 de outubro de 1898. Solenes, em Trento, perante Frei Afonso de Condino, a 21 de fevereiro de 1903. Filosofia em Malé-Terzolas, em 1901 e 1902. Teologia em Terzolas e Trento, de 1902 a 1906, Trento e Rovereto, de 1904 a 1906. Tonsura e Ordens menores a 23 de novembro de 1902 na igreja do Seminário de Trento, por Dom André Jordan. Subdiaconato no mesmo local, a 11 de abril de 1903. Diaconato e Sacerdócio por Dom Celestino Endrici, respectivamente aos 27 de março de 1904 e 24 de junho de 1904, no mesmo seminário episcopal. Concluiu os estudos a 22 de fevereiro de 1906, em Rovereto.

Veio para o Brasil em 1912, partindo de Gênova aos 4 de maio e chegando a Santos a 21 do mesmo mês, às 23 horas, com seu colega Frei Bernardo de Vezzano. Seu primeiro campo de apostolado foi Piracicaba onde permaneceu até 29 de janeiro de 1913. Dali foi para São Paulo, onde reside até agosto do mesmo ano. Dia 17 de agosto já celebra em Conceição do Monte Alegre, e lá, com seus companheiros, atende também os então lugarejos: Roseta, Fartura, Assis, Pitangueiras, São Mateus e outros locais. De 1916 a 1919, é guardião em Piracicaba. Foi Superior Regular, de 1921 a 1924 e de 1932 a 1938; nesse último ano foi custódio provincial. No triênio de 1919 a 1921 fôra igualmente guardião em São Paulo; de 1923 a 1930, guardião em Santos; de 1932 a 1938, como foi dito, superior regular; em 1938, superior em Mococa e novamente, de 1939 a 1942, superior em Santos.

Nessa cidade fundou, a 24 de junho de 1940, a instituição denominada “Ancilla Domini”, em favor dos necessitados.

Novamente em Botucatu - 1942 a 1945 -, ali também fundou a Associação das Damas de Caridade.

De 1950 em diante residiu sempre em Santos, onde faleceu aos 3 de março de 1970. Em fevereiro havia completado 88 anos, sendo 71 de Vida Religiosa.

Grande foi a influência de Frei Manoel na formação de nossa Província. De 1916 a 1938, ele e Frei Salvador de Cavêdine se alternam como Superiores Regulares, excetuado um triênio exercido por Frei Tiago de Cavêdine. Além de Superior, foi também Assistente e Conselheiro.

Com Frei Salvador, era entusiasta pela construção do Convento São José de Mococa, esperando viesse a abrigar também outros estudantes capuchinhos do Brasil, o que não se deu oficialmente e como era previsto. Isso muito o aborreceu, pois lá ficou gigantesca construção praticamente vazia, posteriormente arrendada para Hospital.

Bastante austero e rigoroso, Frei Manoel era exigente quanto à Observância Regular e à prática dos costumes tradicionais. De muito zelo, atendia com presteza os que o procuravam, especialmente os doentes e no confessionário.

Como superior Regular ou conventual, anotava com precisão datas e fatos de importância histórica, o que muito contribui para um conhecimento da nossa História provincial. O mesmo podemos dizer de seus companheiros Frei Tiago e Frei Salvador de Cavêdine.

“Durante sua longa vida ele foi uma presença marcante na vida da Província devido ao seu testemunho de dedicação à vida religiosa e ao sacerdócio, principalmente com relação ao Confessionário. Ninguém mais do que ele merece o elogio do Eclesiástico: ‘Bem-aventurado o homem que foi encontrado sem mancha, que não se deixou atrair pelo ouro, nem pôs sua esperança no dinheiro ou em riquezas. Quem é este para nós o louvarmos? Porque fez coisas maravilhosas em sua vida”. - Ecl. 31,8-10. (R.V. abril - 1970, páginas 56-57).

A ele devemos também a fundação do Colégio Imaculada Conceição de São Paulo (IMACO), quando superior regular em 1921.
(Cf. AOMC, 86, 84; REB, junho 1970, p. 479).

Veja Mais