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15/09/2019

24º Domingo do Tempo Comum - 15 de setembro de 2019

"Deus é amor e misericórdia!"

RITOS INICIAIS

Acolhida

Comentarista: Irmãos e irmãs, reunidos no amor de Cristo para esta Eucaristia, experimentamos a grandeza de sua bondade e misericórdia para conosco. Como um Pai bondoso, Ele nos acolhe sempre em sua casa e nos trata com ternura e compaixão. Felizes e agradecidos por tanta bondade oferecida pelo Pai misericordioso, iniciemos nossa celebração, acompanhando a procissão de entrada cantando.

- Sinal da cruz (celebrante)

 

Ato penitencial

Comentarista: Somos convidados a olhar para as nossas faltas, acolher o perdão Divino, reconstruir nossa vida e transmitir este mesmo perdão a quem nos ofendeu. Peçamos perdão cantando.

- Canto de ato penitencial

- Oração (celebrante)

 

Glória

Comentarista: Glorifiquemos a Deus pelo seu amor gratuito e pelo dom da sua misericórdia infinita, cantando.

- Canto do glória

- Oração do Dia (celebrante)

 

RITO DA PALAVRA

Comentarista: Permaneçamos de pé. A Bíblia, desde sempre, faz parte da caminhada do povo de Deus. Coloquemos nossa vida em sintonia com a Palavra e acompanhemos a sua entrada, cantando.

- Entrada da Bíblia

 

1ª Leitura: Ex 32,7-11.13-14

Salmo Sl 50: “Vou agora, levantar-me, volto à casa do meu Pai.”

2ª Leitura: 1Tm 1,12-17

 

- Canto de aclamação ao Evangelho

Evangelho: lc 15,1-32

 

Reflexão/ Homilia

- A liturgia da Palavra deste segundo domingo do mês da Bíblia nos apresenta como tema central a misericórdia. Misericórdia é ter compaixão dos que sofrem, sobretudo dos que são marginalizados porque são pecadores. Pecadores todos nós somos, por isso, não podemos nos achar no direito de apontar o dedo para julgar e condenar, mas sentirmo-nos impelidos a estender a mão e perdoar.

- Jesus recebia duras críticas por acolher os pecadores e por fazer refeição com eles. Esse gesto de Jesus é um profundo gesto de amor. Um amor capaz de transformar a vida daqueles que dele se aproximam. Jesus procurava incluir, e não excluir, os que viviam à margem, os que eram julgados, condenados e não amados.

- Jesus, por meio de três parábolas nos mostra seu profundo desejo: que ninguém se perca, mas todos encontrem o caminho da salvação. A primeira é da ovelha perdida. Eram cem, apenas uma se perdeu, mas essa uma é preciosa aos olhos do pastor. Procura até encontrá-la. É uma busca carinhosa, dedicada, amorosa. A ovelha volta porque sentiu o amor do pastor, ambos se alegram com esse encontro. O coração misericordioso do bom Pastor que vai ao encontro das ovelhas deve ser também o nosso coração. Alegrar-se quando alguém que está à margem volta a convívio de Deus e da comunidade.

- Na segunda parábola, uma mulher possui dez moedas, e perde uma. Sem essa, não terá o suficiente para comprar o que necessita. A atitude da mulher é de busca cuidadosa. Acende a lâmpada, o que significa entre outras coisas, iluminar os caminhos, ser luz na vida dos outros, esclarecer o que é obscuro. Varre a casa, o que pode significar, fazer uma revisão da vida. Precisamos, vez por outra, fazer uma varredura na nossa vida para eliminar as coisas que impedem de encontrar os verdadeiros valores. Ao encontrar os verdadeiros valores, ela se alegra com as amigas e vizinhas.

- A parábola do “filho pródigo” revela de modo mais comovente a incondicional misericórdia do Pai. Possivelmente tenhamos todos um pouco de cada um dos personagens. Trazemos em nós uma parcela do filho mais novo. Somos muitas vezes rebeldes com Deus. Queremos que ele nos dê a parte que nos cabe na herança, desenvolvendo com ele uma relação de troca. Porém, enquanto temos alguma coisa, nós nem lembramos que Deus existe, ou lembramos, mas não temos compromisso com ele. Deus nos dá tudo, ele é a fonte de todas as graças, nos dá até o livre arbítrio, a liberdade de escolha, mas temos que arcar com as consequências de nossas escolhas. Já que o filho não quis aprender com o amor do pai, iria aprender com a dor da vida, e esta é sempre muito cruel. A recusa da graça do Pai, o mau uso da liberdade, a vida desenfreada, levou-o a absoluta desgraça. Mas o arrependimento o fez voltar. A volta do filho faz renascer a alegria daquele pai que quase não tinha mais esperanças. O pai não pergunta nada, não lhe passa um sermão, não critica nem pune, apenas o abraça e cobre-o de beijos. Devolve a dignidade de filho àquele que havia optado pela escravidão. É isso que Deus faz conosco quando erramos e voltamos ao seu encontro. Nós também trazemos dentro de nós um pouco do filho mais velho. Também enxergamos Deus como patrão e pai. Permanecemos fiéis a ele, mas com essa visão distorcida, e isso nos causa revolta, mágoa, descontentamento. Cumprimos com nossas obrigações religiosas, no entanto, prontas a julgar e a condenar, a criticar até o próprio Deus. Quem age assim é incapaz de se alegrar com os outros. Por causa da dureza de coração, dificilmente tem compaixão ou misericórdia porque se acha justa e perfeita.

- Mas, felizmente, muitos de nós trazemos, uma parcela desse pai misericordioso, e é a parcela que precisamos cultivar e fazer crescer em nós. É ela que nos aproxima de Deus e de nossos irmãos. Essa parcela nos faz sensíveis, capazes de nos compadecer com o sofrimento alheio; faz de nós pessoas misericordiosas com as fraquezas dos irmãos e nos ensina a amar e perdoar; concede a nós o sentimento divino da compaixão, que significa sofrer com aqueles que sofrem, sentir a dor do outro e fazer qualquer coisa para ajudá-lo. É essa parcela de Deus que existe em nós que não podemos deixar oculta, pois é ela que nos inquieta e nos impacienta enquanto houver pessoas marginalizadas, sofridas, injustiçadas, excluídas e descartadas, e possibilita que sejamos misericordiosos como nosso Pai do céu é misericordioso.

 - Profissão de Fé/CREIO

 

Preces da comunidade

Comentarista: Ao Pai de misericórdia, elevemos com confiança nossas preces e digamos:

FAZEI-NOS, Ó PAI, INSTRUMENTOS DO VOSSO AMOR.

  1. Pai misericordioso, abençoai a vossa igreja em sua missão. Que inspirada pela vossa misericórdia, ela seja mensageira do amor e do perdão, digamos:
  2. Pai misericordioso, fortalecei nossas famílias na vivência do amor. Que a prática do perdão e da misericórdia tornem nossos lares ambientes saudáveis e acolhedores, digamos:
  3. Pai misericordioso, amparai todos que se encontram afastados da vossa casa. Que ajudados pela vossa misericórdia, possam regressar a vossa presença, digamos:
  4. Pai misericordioso, auxiliai-nos na construção de uma sociedade misericordiosa e compassiva. Que iluminados pela vossa Palavra, sirvamos nossos irmãos com amor e ternura, digamos:

- Conclusão das preces (celebrante)

 

RITO SACRAMENTAL

Apresentação das Oferendas

Comentarista:  Sentados. Deus nos oferece amor, perdão e acolhida. À sua imagem e semelhança, também queremos ofertar, junto ao pão e ao vinho, nosso compromisso com gestos de perdão e acolhimento. Canto.

- Canto de apresentação das oferendas

- Oração Eucarística

- Pai-nosso

- Oração pela paz

- Cordeiro

 

Comunhão

Comentarista:  O pão da vida renova a nossa disposição de amar e de perdoar. Participemos do encontro eucarístico, cantando.

- Canto de comunhão

- Oração pós-comunhão (celebrante)

 

RITOS FINAIS

- Comunicações paroquiais

- Canto de Ação de Graças

- Benção Final



Material elaborado por: Adélia Fontana, Ana Maria Poletto de Oliveira, Daiane Gaiardo, Geni Onzi Isoppo, Ofélia Quissini e Frei Carlos Raimundo Rockenbach, OFMCap. 

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